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O ASSÉDIO MORAL E AS PERSEGUIÇÕES NA PREFEITURA DE NEVES

Mesmo cumprindo todas as obrigações inerentes às suas funções, o servidor do setor de Zoonoses da região do Justinópolis, ALCEMIR MONTES MENDONÇA vêm sofrendo perseguições e transferências arbitrárias de seu local trabalho, e o pior é que o servidor é considerado de conduta exemplar entre os colegas e chefes imediatos e já passou por várias avaliações profissionais positivas além de ser considerado um excelente colega trabalho. Ocorre que ultimamente ele está sendo sistematicamente transferido de seu local de trabalho sem ao menos saber os motivos dos atos. O pior nessa história é que nem ele mesmo imagina os motivos das perseguições ou de onde as ordens de transferências estão partindo, já que nenhum superior lhe dá respostas objetivas. Essa prática de perseguições, assédios morais e transferências arbitrárias ultimamente tem se tornado rotina na prefeitura de Ribeirão das Neves, principalmente nos setores da administração municipal sediadas nas regiões do JUSTINOPOLIS e do VENEZA. Acredita-se que há um complô de alguns políticos e administradores da prefeitura contra as estruturas municipais nas duas regiões que apesar de serem as mais populosas da cidade, vêm sendo desprestigiadas pela administração municipal por se tratar de reduto de adversários políticos do atual prefeito. Mas se essas suspeitas se procederem, o quê que os servidores dessas regiões têm a ver com as brigas políticas do prefeito?Será que essas ordens de perseguições estão partindo diretamente do gabinete do Prefeito Wallace Ventura ou novamente há um auxiliar trapalhão por trás dessas manobras imbecis?
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ASSÉDIO MORAL
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o 'pacto da tolerância e do silêncio' no restante dos outros colegas de trabalho, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, 'perdendo' sua auto-estima. e esses fenômenos repudiáveis causam transtornos não somente ao vitimado, mas também na coletividade que testemunha esses fatos. Essa conduta nas relações de trabalho são passiveis de argüições judiciais, com pedidos de reparação proporcional aos danos causados na vítima.
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